A Balada de Mulan

Uns tempos atrás eu estava bobeando por aí, navegando pela internet. Nesse caso específico, procurando imagens do Mulan, da Disney (CARA! Me diz: quem não ama Mulan?). Eis, então, que eu me surpreendo ao descobrir que Mulan é, de fato, uma personagem de um antigo poema chinês, chamado A Balada de Mulan.

O poema, escrito no século VII – período da dinastia Tang – e composto por uma coleção de cantos, conta a história que já conhecemos: uma mulher chinesa que se disfarça de homem para se unir ao exército. Mas, nem por isso, o prazer de lê-lo é menor.

Originalmente, essa coleção de contos se perdeu, e a versão que estamos postando aqui é uma versão posterior, que está inclusa numa antologia de poemas compilados por Guo Maoqian.

“Suspiro após suspiro,
Mulan tece diante de sua porta.

Ninguém pode ouvir o som do tear,
apenas os suspiros da pobre menina.

Pergunte-a quem está em seu coração,
ou quem está em sua mente.

Ninguém está em seu coração,
e ninguém está em sua mente.

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