The Swan Maiden, de Herman Hofberg

Johan Herman Hofberg (11 de junho de 1823 – 28 de abril de 1883) foi um escritor e antiquário sueco. Lançou, em 1882, o livro Swedish Fairy Tales, no qual se encontram inúmeros contos do folclore sueco. Inclusive esse conto maravilhoso sobre swan maidens (já falamos delas aqui). Leiam e amem!

“Um jovem camponês da freguesia de Mellby, em Blekinge, que muitas vezes se divertia com a caça, viu, um dia, três cisnes voando em direção a ele, e se estabelecerem nas proximidade de uma praia. Aproximando-se do local onde estavam as aves, ele ficou surpreso ao ver os três cisnes despojarem-se de seus trajes penosos, que jogaram na grama, e três moças de beleza deslumbrante darem um passo a frente e se jogarem na água. Após brincarem nas ondas por algum tempo, elas voltaram para a terra, onde retomaram seus antigos trajes e formas e voaram na mesma direção de onde vieram.

Uma delas, a mais jovem e mais bela, tinha, entretanto, afetado tanto ao jovem caçador que, nem de noite, nem de dia, ele poderia tirar de seus pensamentos a sua luminosa imagem. Sua mãe, percebendo que algo estava errado com o filho, e que a caça, que tinha sido anteriormente o seu maior prazer, perdeu seus atrativos, perguntou-lhe finalmente a causa de sua melancolia, e ao contar a ela o que tinha visto, declarou que não havia mais felicidade para ele nesta vida se ele não pudesse possuir aquela donzela cisne.

“Não há nada mais fácil”, disse a mãe. “Vá, ao pôr do sol na próxima quinta-feira, ao lugar onde a viu pela última vez. Quando os três cisnes vierem, preste atenção no luar onde sua escolhida põe a vestimenta de penas e, assim que puder, pegue-a e corra para longe.”

O rapaz ouviu as instruções de sua mãe, e na noite seguinte, quinta-feira, tomou para si um esconderijo conveniente, perto da praia, e esperou, com impaciência, a vinda dos cisnes. O sol estava afundando atrás das árvores quando os ouvidos do jovem captaram um zunido no ar e os três cisnes se estabeleceram na praia, como em sua visita anterior.

Assim que elas tiraram seus trajes de cisne, foram novamente transformadas nas mais belas donzelas, saltaram pela areia branca e foram logo se divertir na água. De seu esconderijo, o jovem caçador havia tomado nota cuidadosa de onde sua feiticeira tinha colocado as suas penas de cisne. Com muito cuidado, tomou-o e voltou para seu esconderijo dentre a folhagem.

Logo depois, ouviu dois dos cisnes levantar voo, mas o terceiro, na busca por suas roupas, descobriu o jovem, diante de que, acreditando ser ele o responsável pelo desaparecimento das roupas, caiu de joelhos e implorou para que seu traje de cisne fosse devolvido a ela. O caçador, no entanto, não estava disposto a ceder o belo prêmio e, lançando um manto em volta dos ombros da donzela, levou-a para casa.

Logo, os preparativos para um casamento magnífico foram feitos e o jovem casal vivia amorosa e alegremente juntos.

Numa noite de quinta-feira, sete anos mais tarde, o caçador contou a ela como tinha feito para que se tornasse sua esposa. Ele trouxe e mostrou-lhe, também, as penas de cisne branco de seus antigos dias. Tão logo elas foram colocadas nas mãos da esposa, ela se transformou mais uma vez em um cisne e imediatamente levantou voo pela janela aberta. Em choque e sem fôlego, o homem procurou freneticamente por sua esposa desaparecida e, antes de um ano inteiro passar, ele foi enterrado, com seus anseios e tristezas, no lugar atribuído para si na igreja da aldeia.”

Tradução feita por mim e pelo Google. (:

Fonte.

BESOS!

Laís

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